Câncer de colo do útero

Câncer de colo do útero: esclarecendo dúvidas

Considerado um dos principais problemas de saúde pública nos países em desenvolvimento, o câncer de colo do útero no Brasil ocupa o terceiro lugar de incidência de câncer no sexo feminino, mesmo se tratando de uma doença que tem um alto potencial para prevenção e cura.

Rastreamento do câncer no útero

As lesões precursoras que originam o câncer de colo do útero tem uma evolução lenta e são passíveis de serem diagnosticadas nos testes de rastreamento populacional mesmo nas mulheres que não apresentam sintomas. A estratégia de rastreamento do câncer de colo do útero aplicada no Brasil baseia-se no exame de colpocitologia oncótica, também chamado exame de Papanicolau, nome do idealizador da técnica usada para leitura do material coletado. A colpocitologia oncótica consiste na análise citológica da secreção colhida com técnica adequada do colo uterino e paredes vaginais. Esse material é colhido, processado laboratorialmente e analisado pelo médico patologista. Considerado um exame de fácil realização, a eficiência do exame de colpocitologia oncótica baseia-se na precisão da coleta por profissionais treinados e na análise criteriosa do material coletado pelo médico patologista.

Objetivo dos exames

O objetivo da colpocitologia oncótica é detectar o câncer de colo do útero em estágios precoces ou anormalidades nas células que podem estar associadas ao desenvolvimento deste tipo de câncer. A colpocitologia oncótica também pode encontrar condições não cancerígenas como infecção virais, bacterianas, fúngicas e informações sobre os níveis hormonais principalmente o estrogênio e progesterona. Além da possibilidade do câncer de colo de útero, a colpocitologia oncótica objetiva a monitorização das lesões precursoras no que tange a regressão ou progressão da doença, corroborando na instalação da conduta apropriada, seja na repetição do exame ou na postulação do tratamento.

Prevenção do câncer de colo do útero

O intervalo entre a realização do exame de colpocitologia oncótica varia entre 2 a 5 anos, baseado na presença de vários fatores, tais quais: início precoce da atividade sexual, histórico de múltiplos parceiros, antecedente pessoal de câncer do trato genital e infecção pelo HPV, parceiros com histórico de infecção por HPV ou câncer no trato genital, tabagista, doenças associadas que indiquem baixa imunidade ou ainda último resultado da colpocitologia oncótica com alteração.

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